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O SUPERENDIVIDAMENTO

publicado em 16/12/2014
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Aproximando-se o final do ano, consumidores aproveitam datas festivas e vão às compras com diversos objetivos, seja para aproveitar promoções para suprir suas vontades pessoais ou para comprar presentes.
Nesse passo, alguns desses compradores chegam a abrir mão de suas economias e débitos não vislumbrando o impacto que o “consumismo desenfreado” poderá deixar em seus laços financeiros futuros, trazendo a tona o SUPERENDIVIDAMENTO. O “Superendividamento” é guiado pela falta de educação financeira, ou, de acordo com o PROCON, quando a pessoa física de boa-fé se encontra impossibilitada de pagar com seu rendimento mensal o conjunto de suas dividas de consumo vencidas ou a vencer.
Segundo a economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o brasileiro deve fugir das dividas para não ter uma surpresa desagradável no inicio do ano que vem. Ainda, de acordo com pesquisas realizadas pelo instituto acima citado, os consumidores excessivos poderão ter parcelas não quitadas até o mês de maio do próximo ano, as despesas do Natal/Virada, do ano passado já levaram 39% desses endividados a terem seus nomes incluídos em entidades de proteção ao crédito.
Com esse escopo, tais atos, feitos por impulso, poderão resultar em insolvência civil, prevista no art. 995 do CC (Código Civil).
Sabendo-se dos riscos supracitados, insta salientar dicas para que consumidores evitem o superendividamento na reta final do ano:

 

• Faça um rascunho de
suas dividas e tente quita-las com o 13º.
• Faça o controle do que se deve pagar no inicio do próximo ano (IPVA, IPTU, Material Escolar...).
• Liste suas prioridades,
e depois as pessoas que quer presentear.
• Fixe um limite de gastos.
• Some o que esta gastando.
• Evite muitas parcelas.
• Evite compras por impulso.
• Compre somente o necessário.


Por fim, cabe a nós refletimos às dicas formuladas, afim de não cairmos nessa armadilha, que pode nos comprometer para o resto da vida. Caso isso ocorra, procure o seu advogado para esclarecer quaisquer dúvidas e pleitear seus direitos, mas, é claro que é muito mais barato e cômodo manter-se atento e sempre com os pés no chão quanto ao que compromete nossa vida financeira, ou melhor, nossa vida de consumidor.


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