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Política e Juventude

publicado em 23/03/2018
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O pedido por uma acentuada renovação política tem sido comum nos dias atuais. Dentre tantos argumentos a serem suscitados, as questões que envolvem a maneira “ultrapassada” de costumes e decisões tomadas por alguns políticos, bem como as diversas vezes em que a politicagem se sobressai sobre a verdadeira política, vem gerando desgastes entre o poder público e a sociedade. É claro, não podemos generalizar a classe eleitoral, porém, ainda são poucos os que realmente trabalham e permanecem com a “ficha limpa”. Em dados recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de eleitores entre 16 e 24 anos está despencando desde 2009, ao que parece, o público jovem se distancia da política e da politização, graças aos diversos escândalos expostos pela mídia, o constante conflito burocrático e inerte de órgãos administrativos, institucionalizando assim, a falta de lideranças jovens na sociedade, no mais, o gás da renovação e a criatividade jovial não passam de mera expectativa. Por fim, convenhamos que os dados são preocupantes. Até quando vamos nos curvar e deixar de contribuir com a democracia? Ou até mesmo criticar políticos em nossas redes sociais ao invés de ajuda-los? É preciso somar com aquilo que a juventude traz de melhor: EFICIÊNCIA E TRANSFORMAÇÃO.


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